quinta-feira, 13 de novembro de 2008











She only wants you####
and love love love
and die in your hands
So, She Dreams in colors
TruE ColorS
And Reds
Grays, long autumn
And love love love
the moment
Feel the simple sunshine
nothing front of me
nothing of lies
SShhhhhh,.,.,.,.,.,.,. has a long deep and soft DrEaMs
bUT she LIES
]aNd dIe[

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Tiros de solidão (monólogo de um soldado)



Acordei a noite, não quis massacrar ninguém a não ser a mim mesmo. A quantidade de vermelhos e pedaços no chão, são réplicas de passado. Mãos onduladas e amarelas com esse tipo de pintura escura nas unhas, todos os lugares afasto o sofá e aparece. O relógio esquece de gritar nas horas que passam e que eu mais preciso, não temos relógio, somos soldados. Silencioso esses ossos no corpo.
Como posso contar o tipo de história que eu não posso e se posso agora, me faça querer então. Lascerarei a ti para engolir mais uma vez os tiros de solidão se eu não te quiser mais. São espécies de anjos que me tiram o tempo e estão querendo tudo de mim. E se fosse agora e se fosse correto, não daríamos pães a quem não tem fome. Ora! O milagre de abrir os gira-sois acontece, mas de hoje é sem sois.
Vamos colar os papéis que ficaram um pouco soltos e depois correr pela serra vendo o sol candente queimar o que há de verde.
Estou tão emassado nas coisas que se me tira o fuzíl me tiram o juízo, estou emassado nas coisas, e viro mesmo é concreto e aqui na fundura sou um armamento contra a vida as vezes, que se retem porque nosso esconderijo é pequeno, andaremos todos juntos quando anoitecer e dormiremos na madrugada e marcharemos de volta para casa e morreremos na chegada do crepúsculo porque é hora de descansar e também parar nossos corações, que ficaram perdidos na batalha, e que sangraram de dor e que já não existem, é hora de voltar. E já não temos amor, só estilhaços no peito, minha arma é meu escudo e meu coração ainda bate para guerrilhar, somos fuzileiros. Reunimos os dias e passamos tardes na penumbra do sol, são tiros de solidão. O pico de maior dia será o dia em que apague as luzes e durma mais. Me concentrando para chorar o mais tempo de corpo. Agora minha muralha está em rosas e as correntes de ar nelas fazem as pétalas se abrirem enormemente e algumas são lançadas ao alto para me encontrarem no céu