Um sopro frio que fez pulsar uma veia clara, insensível. Amanhecer polar, frio, um novo coração .Existiu por tantos invernos, incompleto, conciso, espalhado num traço, um arco, um sonho invisível. O que era fazer um coração novo? O que era ser um coração novo?
Os doces destroços escorrendo misturados a fogo, ainda assim uma nova hora. Um surpreendente branco audaz, impulsivo, escorregadio, tomando espaço num vermelho subjugado, tons de cerejas que não podem ser ingeridas e um sabor ainda forte, doce de mais. Não era pureza, não uma lavanda crescendo no peito desprotegido. Era o tempo, um bonito vermelho.

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